28 de fevereiro de 2011

Dizer a Verdade

Com você aqui do lado nada me corroe tudo é sempre bom.
As tempestades vou agüentar junto com você.
Fico surpreso com tua beleza, o que era rotina pra mim tanto faz.
Deixo de lado minha realeza, tua simplicidade que me satisfaz.
Pode me dizer a verdade, tô pronto pro que der seja o pior
O que disse foi sinceridade, baby nunca quis ficar na melhor.
Esse sol que ilumina a gente, é prova do que eu disse a você.
Você já plantou a semente, deixe o nosso amor florescer!
- Lais Oliveira -

18 de fevereiro de 2011

Hoje quero falar de amor...Falar o quão importante é o amor!

Como diz o ditado: ''Amores vem e vão.''

Mas não precisa ser assim. O amor é um sentimento puro, doce, meigo, verdadeiro. Não são todas as pessoas que pensam como eu, mas são todas que sonham com um amor assim, algo profundo, que seja real, que faça bem, que traga alegria para cada dia das nossas vidas...

Aquele amor, que quando estiverem juntos, seja mágico...que não vê o tempo passar.

Que possam dividir tudo, os momento de felicidade, de tristeza, compartilhar os planos, planejar o futuro. Ter momentos românticos, cafuné, banho de mangueira, tomar sorvete na pracinha, olhar seu amor dormindo por horas e admirando sua beleza, deitar em seus braços e admirar o céu, aquele imenso tapete azul estrelado.
Enfim...
É maravilhoso o amor, é mavilhoso amar.

''O amor tem muitas faces.''

- JN -

Escrevi este texto a pedido de um amigo ( Publio ) para seu blog, postei aqui para também compartilhar com vocês.

6 de fevereiro de 2011

A Condessa Elizabeth Bathory

A Condessa Elizabeth Bathory (Erzsebet Báthory, do original), foi uma das mulheres mais perversas e sanguinárias que a humanidade já conheceu. Os relatos sobre ela ultrapassam a fronteira da lenda e a rotulam através dos tempos como A Condessa de Sangue.      
    Nascida em 1560, filha de pais de famílias aristocráticas da Hungria, Elizabeth cresceu numa época em que as forças turcas conquistaram a maior parte do território Húngaro, sendo campo de batalhas entre Turquia e Áustria. Vários autores consideram esse o grande motivo de todo o seu sadismo, já que conviveu com todo o tipo de atrocidades quando criança, vendo inclusive suas irmãs sendo violentadas e mortas por rebeldes em um ataque ao seu castelo. Ainda durante sua infância, ficou sujeita à doenças repentinas acompanhadas por uma intensa ira e comportamento incontrolável, além de ataques epiléticos. Teve uma ótima educação, inclusive sendo excepcional pela sua inteligência. Falava fluentemente húngaro, latim e alemão. Embora capaz de cometer todo tipo de atrocidade, ela tinha pleno controle de suas faculdades mentais.
Aos 14 anos engravidou de um camponês, e como estava noiva do Conde Ferenc Nadasdy, fugiu para não complicar o casamento futuro; que ocorreu em maio de 1575. Seu marido era um oficial do exército que, dentre os turcos, ganhou fama de ser cruel. Nos raros momentos em que não se encontrava em campanha de batalha, ensinava a Elizabeth algumas torturas em seus criados indisciplinados, mas não tinha conhecimentos da matança que acontecia na sua ausência por ação de sua amada esposa.
Quando adulta, Elizabeth tornou-se uma das mais belas aristocratas. Quem em sua presença se encontrava, não podia imaginar que por trás daquela atraente mulher, havia um mórbido prazer em ver o sofrimento alheio. Num período em que o comportamento cruel e arbitrário dos que mantinham o poder para com os criados era algo comum, o nível de crueldade de Elizabeth era notório. Ela não apenas punia os que infringiam seus regulamentos, como também encontrava motivos para aplicar punições e se deleitava na tortura e na morte de suas vítimas; muito além do que seus contemporâneos poderiam aceitar. Elizabeth enfiava agulhas embaixo das unhas de seus criados. Certa vez, num acesso de raiva, chegou a abrir a mandíbula de uma serva até que os cantos da boca se rasgassem. Ganhou a fama de ser "vampira" por morder e dilacerar a carne de suas criadas. Há relatos de que numa certa ocasião, uma de suas criadas puxou seu cabelo acidentalmente aos escová-los. Tomada por uma ira incontrolável, Bathory a espancou até a morte. Dessa forma, ao espirrar o sangue em sua mão, se encantou em vê-lo clarear sua pele depois de seco. Daí vem a lenda de que a Condessa se banhava em sangue para permanecer jovem eternamente.
Acompanhando a Condessa nestas ações macabras, estavam um servo chamado apenas de Ficzko, Helena Jo, a ama dos seus filhos, Dorothea Szentos (também chamada de Dorka) e Katarina Beneczky, uma lavadeira que a Condessa acolheu mais tarde na sua sanguinária carreira.
Nos primeiros dez anos, Elizabeth e Ferenc não tiveram filhos pela constante ausência do Conde. Por volta de 1585, Elizabeth deu à luz uma menina que chamou de Anna. Nos nove anos seguintes, deu à luz a Ursula e Katherina. Em 1598, nasceu o seu primeiro filho, Paul. A julgar pelas cartas que escreveu aos parentes, Elizabeth era uma boa mãe e esposa, o que não era de surpreender; visto que os nobres costumavam tratar a sua família imediata de maneira muito diferente dos criados mais baixos e classes de camponeses.
Um dos divertimentos que Elizabeth cultivava durante a ausência do conde, era visitar a sua tia Klara Bathory. Bissexual assumida e muito rica e poderosa, Klara tinha sempre muitas raparigas disponíveis para ambas "brincarem".
Em 1604 seu marido morreu e ela se mudou para Viena. Desse ponto em diante, conta a história que seus atos tornaram-se cada vez mais pavorosos e depravados. Arranjou uma parceira para suas atividades, uma misteriosa mulher de nome Anna Darvulia (suposta amante), que lhe ensinou novas técnicas de torturas e se tornou ativa nos sádicos banhos de sangue. Durante o inverno, a Condessa jogava suas criadas na neve e as banhava com água fria, congelando-as até a morte. Na versão da tortura para o verão, deixava a vítima amarrada banhada em mel, para os insetos devorarem-na viva. Marcava as criadas mais indisciplinadas com ferro quente no rosto ou em lugares sensíveis, e chegou a incendiar os pêlos pubianos de algumas delas. Em seu porão, mandou fazer uma jaula onde a vítima fosse torturada pouco a pouco, erguendo-a de encontro a estacas afiadas. Gostava dos gritos de desespero e sentia mais prazer quando o sangue banhava todo seu rosto e roupas, tendo que ir limpar-se para continuar o ato.
Quando a saúde de Darvulia piorou em 1609 e não mais continuou como cúmplice, Elizabeth começou a cometer muitos deslizes. Deixava corpos aos arredores de sua moradia, chamando atenção dos moradores e autoridades. Com sua fama, nenhuma criada queria lhe servir e ela não mais limitou seus ataques às suas servas, chegando a matar uma jovem moça da nobreza e encobrir o fato alegando suicídio.
As investigações sobre os assassinatos cometidos pela Condessa começaram em 1610. Foi uma excelente oportunidade para a Coroa que, há algum tempo, tinha a intenção de confiscar as terras por motivos de dívida de seu finado marido. Assim, em dezembro de 1610 foi presa e julgada. Em janeiro do ano seguinte foi apresentada como prova, anotações escritas por Elizabeth, onde contava com aproximadamente 650 nomes de vítimas mortas pela acusada. Seus cúmplices foram condenados à morte e a Condessa de Bathory à prisão perpétua. Foi presa num aposento em seu próprio castelo, do qual não havia portas nem janelas, só uma pequena abertura para passagem de ar e comida.
Ficou presa até sua morte em 21 de agosto de 1614. Foi sepultada nas terras de Bathory, em Ecsed. O seu corpo deveria ter sido enterrado na igreja da cidade de Csejthe, mas os habitantes acharam repugnante a idéia de ter a "Infame Senhora" sepultada na cidade.
Até hoje, o nome Erzsebet Báthory é sinônimo de beleza e maldade para os povos de toda a Europa.


5 de fevereiro de 2011

A Menina da Estátua

Vejo uma menina de cabelos pretos e longos que de um lado caem sobre os ombros e de outro são jogados para trás. Ela é magra, pernas compridas e finas.

Sobre uma pedra grande de formato arredondado está um banquinho de três pés. A menina está sentada no banco e traz em seu colo um grande livro, parece uma enorme enciclopédia.


Ela segura o livro com uma das mãos e com a outra o folheia. Parece muito entretida com a leitura.


Quero dar vida à menina, pois ela não passa de uma estátua de papel. Ganhei-a de uma pessoa muito querida numa tarde quando apreciávamos os trabalhos de uma exposição. Fiquei encantada com eles, todos feitos de papel embolado e prensado.  O artista dava vida às suas estátuas pela perfeição dos seus traços. E agora dou vida a minha menina de papel chamando-a de Aline.


Aline é um dos meus enfeites prediletos que ficam sobre um móvel. Converso com ela, pergunto-lhe sobre o que está lendo em seu livro.


Agora mesmo, sentada na poltrona com meu pequeno computador no colo, perguntei para ela sobre o que estava lendo. Ela me respondeu que estava lendo sobre as fadas.


Vocês podem acreditar.



- Irlanda Gino -

3 de fevereiro de 2011

A Dança




Não te amo como se fosse rosa de sal, topázio
ou flecha de cravos que propagam o fogo,
te amo secretamente, entre a sombra e a alma.

Te amo como a planta que não floresce e leva
dentro de si, oculta, a luz daquelas flores,
e graças a teu amor vive escuro em meu corpo
o apertado aroma que ascender da terra.

Te amo sem saber como, nem quando, nem onde,
te amo diretamente sem problemas nem orgulho:
assim te amo porque não sei amar de outra maneira,

Se não assim deste modo em que não sou nem és
tão perto que a tua mão sobre meu peito é minha
tão perto que se fecham teus olhos com meu sonho.

Pablo Neruda


Wander Soares


Não é preciso ser amigo para que possamos sentir a falta de alguém.

Basta apenas que possamos ser solidários para saber a falta que essa pessoa faz para a família e os amigos mais próximos.

Wander, que Deus lhe dê um bom lugar, e o consolo para sua família e seus amigos, que são os que mais estão sofrendo com sua perda.

Te amamos!

- JN -

Na vida tudo acontece conforme a vontade de Deus!

Com muito tempo de leitura e conversas com pessoas mais experientes que eu, não sópela idade,mas também por pessoas que tem mais conhecimento. 
Eu passei a entender que parentes e amigossão jóias preciosas que Deus nos empresta para que nós cuidarmos, amarmos, e darmos o apoionecessário em todas as ocasiões, mas infelizmente um dia, chega a hora dessas pessoas partirem,por que Deus precisa delas novamente, assim como uma jóia que você usa, não importa quanto elalhe custou ou quão valiosa ela seja, um dia, ela acaba…
...por que nada dura eternamente.
Sofremos altos e baixos na vida, para nos mostrar como somos vencedores e fortes, passandoassim pela nossa excelência e nossa superação.

Deus está sempre conosco, e ele sempre nos dará
o conforto necessário…”Na nossa vida, tudo acontece conforme a vontade de Deus, e não podemosfazer nada para impedir.”
- JN -